Quando finalmente você estiver convencido de que quer que sua empresa seja uma grande força em e-commerce, por onde você deve começar?

No mínimo, você começa olhando para onde você está e para onde quer ir.

Essa não é tarefa das mais fáceis porque exige algo que nenhum livro ou seminário pode fornecer: sagacidade em negócios! É a razão pela qual se está no negócio, para início de conversa.

Ou você tem ou não tem, e a mais importante aplicação de sagacidade em negócios é decidir para onde se quer ir.

Ok. Vamos supor que algo do que você decidiu com seus botões diz que você deve vender roupas de cachorro pela internet e isso vai fazer da sua empresa uma grande força em e-commerce. Mas você ainda acredita que e-commerce é só vender pela internet, certo?

Mais ou menos, meu caro… vamos esclarecer que o e-commerce é derivado do termo comércio eletrônico e i-commerce é derivado do termo comércio na internet. Atualmente ambos os termos são utilizados de forma intercambiável, mas na prática o i-commerce é apenas um subconjunto do e-commerce.

A diferenciação mantém as coisas organizadas se considerarmos o e-commerce como “negócios conduzidos exclusivamente através de um formato eletrônico”, e o i-commerce como “negócios conduzidos em formato eletrônico pela internet”.

Confundi muito a sua cabeça? Então vamos falar de algo que te interessa: diminuição de custos. Primeiro perceba que se você possui um e-commerce, ou seja, se a sua empresa é gerida de forma totalmente eletrônica, conseqüentemente um dos seus canais de venda chamado internet (i-commerce) pode obter mais sucesso e agilidade.

Agora, o grande agito no e-commerce atualmente gira em torno das grandes economias de custos que poderiam ser realizadas se todas as transações comerciais de uma empresa fossem inteiramente eletrônicas. Isso inclui funções como comprar e vender, expedir produtos ou produzir demonstrativos financeiros – e isto sem intervenção humana.

Esse é o verdadeiro “e” no e-commerce. As pessoas, é claro, não desaparecerão por inteiro. Simplesmente passarão a exercer outras tarefas geradoras de valor real, como atendimento ao cliente personalizado, vendas, desenvolvimento corporativo ou pesquisas de novos produtos.

Um dos maiores custos em qualquer organização é a mão-de-obra e o suporte necessário para essa mão-de-obra como: a manutenção de espaço de escritórios físicos, despesas de viagens, telefones, e assim por diante. A maioria das pessoas que trabalhavam em organizações ao longo das décadas de 70 e 80 não gerava na realidade nenhuma receita.

Portanto, o sucesso da sua loja de roupinhas para cachorro depende muito mais do fato dela ter todos os seus processos eletronicamente controlados, do que se vende só pela internet ou não.

Maaaas, é claro que uma coisa leva a outra e do jeito que as coisas acontecem rápido neste mundo online, vender pela internet não é mais uma questão de escolha e sim de sobrevivência.

Acredite: você PRE-CI-SA pensar e-commerce para vender i-commerce e ajudar n-pessoas.

Como diz o Sr. Quebra Tudo: Nada menos que isso interessa!

E por falar nele, no próximo dia 29/09, às 19h00, na Livraria Cultura do Shopping Market Place, o Ricardo vai desenvolver no Bate-papo o tema: E-commerce ou Morra!!

Neste dia vamos falar sobre a diferença entre as empresas que já aderiram ao e-commerce e aquelas que ainda não acordaram para o futuro. Serão citadas alguns cases de pessoas diferentes que tiveram suas histórias alteradas quando adotaram o e-commerce.

Para quem ainda não o conhece (o que eu acho bem difícil), ele é Revolucionário, Presidente e Fundador da BIZREVOLUTION, onde ele ajuda as pessoas e as empresas a se transformarem em verdadeiras Empresas de Marketing focadas no foco dos seus clientes. Para conhecer melhor essa REVOLUÇÃO NOS NEGÓCIOS entre em contato pelo msn e e-mail: ricardom@bizrevolution.com.br

Abraço da UpaLupa

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